Quando Vitória finalmente morreu (como Elizabeth ela tinha uma genética privilegiada), veio a Era Eduardiana, que finalmente liberalizou algumas questões na sociedade britânica. Mas a decadência política, então, já estava a caminho. A maioria das Vitórias tinha ficado pra trás.
A identidade vitoriana
- Rainha Vitória
(Victoria the Great, Ing, 1937, 112 min)
Dir: Herbert Wilcox Com: Anna Neagle, Anton Walbrook
De 1837 a 1901, a Inglaterra foi governada pela Rainha
Vitória. Viveu um período máximo de esplendor. Vemos como apesar de 18 anos, ela
impôs sua personalidade real. O reino gozava de grande prestígio e o clima era
de euforia pelo sucesso militar imperialista.
- Vitória: A Vida de Uma Rainha
(Victoria, Ing, 2016, 480
min)
.Com: Jenna Coleman, Tom Hughes, Catherine H. Flemming
1835. Quando o rei William IV morre, a
Inglaterra se vê nas mãos da princesa
Alexandrina, de apenas 18 anos. Guiada
pelos conselhos de Lord Melbourne a nova rainha escolhe o nome de Vitoria, e
mudará os costumes de uma sociedade conservadora e fechada a mulheres.
- A Jovem Rainha Vitória
(Young Victoria, Ing, 2009, 103 min)
Dir: Jean-Marc Vallée Com
Emily Blunt, Rupert Friend
Um retrato moderno da jovem rainha, que até
bonita ficou. A mãe tenta controlar Vitória, sem sucesso. Seu primo alemão
Albert é convencido a cortejá-la apenas por motivos políticos, mas os dois se
apaixonam e formam um casal real modelo.
- Os Jovens Anos de uma Rainha
(Mädchenjahre einer Königin,
Ale, 1954, min)
Dir: Ernst Marischka Com: Romy
Schneider, Adrian Hoven
Uma visão alemã, e de muita ficção. Vitória
quer ver o mundo antes do casamento arranjado com o príncipe Albert. Vai a
Paris, e numa taverna encontra um jovem por quem se apaixona. Mal sabe ela que
ele é o próprio príncipe Albert.
- Sua
Majestade, Mrs. Brown
(Mrs. Brown, Ing/EUA/Irl, 1997, 103 min)
Dir: John Madden Com: Judi
Dench, Billy Connolly
Desde 1861 quando seu marido Albert, morreu,
Vitória está inconsolável. Mergulha em luto profundo, se afastando de todos os
compromissos sociais e públicos. Isso pode mudar quando um fiel serviçal de
Albert se torna o cavalariço da rainha
- Victoria e Abdul - O Confidente da Rainha
(Victoria and
Abdul, EUA/Ing, 2017, 111 min)
Dir: Stephen Frears Com:
Judy Dench, Ali Fazal
Londres, 1887. Para celebrar seu jubileu
dourado, a Rainha Vitória recebe, entre tantos convidados, um funcionário de
prisão da Índia. O presente indiano é a chave para que a rainha se interesse e
torne-se “amiga” do jovem e até de sua família.
- O Garoto e a Rainha
(The
Mudlark, EUA/Ing, 1951, 94 min)
Dir: Jean Negulesco Com: Irene Dunne, Alec Guinness
Um garoto pobre infiltra-se no palácio da
Rainha Vitória, que está em reclusão desde a morte do marido. O menino é visto
como parte de uma conspiração para matar a soberana. O primeiro-ministro
Disraeli terá a tarefa de defendê-lo no Parlamento.
(Creation, Ing, 2009, 108 min)
Dir: Jon Amiel Com Paul
Bettany, Jennifer Connelly
Era vitoriana é era do conhecimento. Depois de
anos após sua histórica expedição a Galápagos e outros destinos, Charles Darwin
não consegue organizar seu legado, ainda traumatizado pela morte da filha. Só
em 1859 consegue publicar “A Origem das Espécies”.
- Topsy Turvy – O Espetáculo
(Topsy-Turvy, Ing, 1999, 160 min)
Dir: John Madden Com: Judi
Dench, Billy Connolly
1884. O filme mostra o mikado, um símbolo da
época cultural vitoriana. Mas é possível ver mais. Declarações sóbrias, novas
tecnologias, questionamentos do imperialismo da Inglaterra, começo de uma maior
interação cultural entre ocidente e oriente…
- Do
Inferno
(From Hell, EUA/Ing/Che,
2001, 122 min)
Dir: Albert Hughes Com: Johnny
Depp, Heather Graham
Exercício de ficção que procura explicar de
forma política a história de Jack, o Estripador, na Londres do fim do séc.
XIX. Johnny Depp é um detetive que
resolve crimes em sonhos. Identidade do assassino que degolou as prostitutas
nunca foi descoberta.
A Era Eduardiana
no século XX
- Retorno
a Howards End
(Howards End, Ing/Jap, 1992,
140 min)
Dir: James Ivory Com: Anthony Hopkins, Emma Thompson
1910. Duas famílias de estilo diferente vão se
cruzar, ilustrando as diferenças sociais entre as classes da época. As mulheres
mais liberais e progressistas são um sinal importante desta sociedade, muito
bem capturado pelas irmãs Schlegel.
- As Sufragistas
(Suffragette, Ing, 2015, 106 min)
Dir: Sarah Gavron Com Carey Mulligan, Helena Bonham Carter
1912. Nenhuma mudança é mais símbolo da era
pós-vitoriana como a lute pelo voto feminino. Maud se envolve na questão após
testemunhar o esforço de colegas de fábrica. Pagará um alto preço em uma
sociedade que se apega a um século de conservadorismo.








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Você é bem vindo a fazer perguntas sobre os filmes ou mesmo sobre o contexto histórico deles. Não sou um professor de História, então só posso dar uma opinião de quem gosta muito dos 2 assuntos.